Com apoio de EUA e reforço em força militar, Taiwan se prepara para encarar China

Estrelas cadentes do cometa Halley serão vistas hoje: como assistir

Mais um espetáculo no céu da noite desta terça, 20, e madrugada da quarta, 21, vai ser proporcionado pelo lixo cósmico deixando pelo cometa Halley, que passou pela Terra em 1986.

A partir das 23 horas desta terça, poderemos ver a maior chuva de estrelas cadentes e a mais bela do ano, graças ao brilho e à velocidade dos meteoros orionídeos. Torça pra fazer tempo bom onde você está!

Os orionídeos estarão presentes no céu até 7 de novembro e devem atingir seu pico no início madrugada de quarta, 21, de acordo com a American Meteor Society.

A NASA, informou que a chuva de meteoros viaja a cerca de 148 mil milhas por hora na atmosfera da Terra.

Eles podem até mesmo se tornar bolas de fogo, que a NASA descreve como “explosões prolongadas de luz.”

Será possível ver de 10 a 15 meteoros por hora.

Constelação de Orion

A chuva de orionídeos tem esse nome porque está na direção da constelação de Orion, mais conhecida aqui pra nós como as “As três Marias”.

Pra ver basta olhar na direção dos 3 pontos de brilho e intensidade alinhados.

Por causa de sua velocidade, esses meteoros deixam os dois “trens”, que são trilhas brilhantes que podem durar minutos e explodem em “bolas de fogo”.

Muitos observatórios vão transmitir a passagem dos orionídeos, entre eles a Organização de Pesquisa Astrofísica de East Anglian, no Reino Unido.

Pra ver pela internet, basta definir o lembre no vídeo abaixo:

 

Tremor de terra intriga moradores da Baixada Fluminense, algo incomum e inesperado.

Tremor de magnitude 2.1 é registrado em Seropédica | Seropédica Online

Mesmo quando não há umidade no solo, as raízes dão seu jeitinho de chegar ao recurso - "ouvindo" onde a água está e crescendo na direção dela. Além de manter as plantas de pé, as raízes têm outra função bastante nobre: achar água a todo custo. Movidas por esse instinto de sobrevivência, elas são capazes de furar encanamentos, levantar calçadas e o que mais for preciso para arrumar um acesso à fonte da vida. O que cientistas australianos descobriram, no entanto, é que há mais estímulos do que a terra molhada para guiar as raízes nessa procura. As plantas também são capazes de “ouvir” o som da água correndo – e orientar seu crescimento na direção do barulho. Para comprovar essa habilidade, pesquisadores da University of Western Australia analisaram em laboratório o comportamento da ervilha comum (Pisum sativum). As plantas foram colocadas em recipientes com dois tubos localizados próximos à base, que garantiam dois únicos caminhos para as raízes das plantas se desenvolverem. Abaixo dos tubos, os cientistas dispuseram água corrente natural, além de outros estímulos sonoros, como gravações do barulho de rio e white noises As raízes foram unânimes, escolhendo crescer pelos tubos que contavam com vibrações sonoras das supostas fontes de água. E também surpreendentemente seletivas: o som verdadeiro de água correndo fez bem mais sucesso que o das gravações, ignorados pelas raízes, de acordo com Monica Gagliano, uma das autoras do estudo. Essa habilidade auditiva, no entanto, era acionada apenas quando o “tato” não podia ser utilizado. Segundo os pesquisadores, a umidade do solo ainda é uma bússola mais confiável para as plantas, que, mesmo com os estímulos sonoros, preferiam crescer em direção a regiões onde o solo estava mais encharcado. Isso sugere que, apesar de o som fornecer uma análise à distância, o contato com a água, mesmo em forma de barro, permanece tendo maior precisão. Para Gagliano, os resultados da pesquisa indicam que as plantas “têm um nível grande de percepção do ambiente, muito mais interessante e complexo do que se imaginava”. Ela aponta que a poluição acústica, que tanto interfere na dinâmica de populações animais, também deve ser considerada em estudos futuros de plantas.     Fonte: G uilherme E ler

Tremor ocorreu a 242 km da capital do país e foi sentido também na África do Sul.

Um terremoto de magnitude 6,5 foi registrado em Botsuana, a 242 km da capital do país, Gaborone, nesta segunda-feira (3).

Segundo o Serviço Geológico dos EUA, o tremor teve seu epicentro a uma profundidade de 35 km.

Tremores também foram registrados na África do Sul, país vizinho.

Fonte: globo.com



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