
Biomédico da Universidade da Flórida desenvolve tecnologia que inibe a sobrevivência de micro-organismos em equipamentos médicos.
Mais fácil que caçar os pernilongos, um a um, em uma noite de verão é fazer com que eles não se aproximem – daí o sucesso dos repelentes. A Sharklet Technologies usa uma estratégia semelhante com as bactérias. A empresa adotou uma tecnologia que inibe a sobrevivência, o crescimento e a migração desses seres microscópicos. Trata-se de uma película adesiva que pode ser aplicada em equipamentos médicos, superfícies de lugares muito frequentados, como banheiros públicos, e produtos de consumo em geral – chupetas, por exemplo. O segredo de sua eficácia não está em nenhum tipo de composto germicida, e sim no arranjo estrutural da textura da película, que segue a mesma lógica do tecido lustroso de fibras sintéticas utilizado na prática de esportes aquáticos. O produto foi desenvolvido inicialmente por Anthony Brennan, engenheiro biomédico da Universidade da Flórida, com o intuito de impedir a proliferação de algas nos cascos de navios. O empresário Mark Spiecker adaptou a proposta ao fundar a Sharklet em Aurora, Colorado, em 2007. Até fevereiro de 2013, a companhia já havia angariado US$ 5,1 milhões com investidores.
Fonte: PEGN







